Com aumento de 15,7%, produção camarão lidera aquicultura na Paraíba - André Gomes
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Com aumento de 15,7%, produção camarão lidera aquicultura na Paraíba

A produção de camarão na Paraíba cresceu 15,7% no último levantamento da Pesquisa da Pecuária Municipal (PPM), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia (IBGE). Com 7.2 mil toneladas, o estado é o terceiro maior produtor do País. Os dados são de 2022 e mostram que a produção teve um acréscimo de aproximadamente 978 toneladas, com o registro de 7.221.400 produzidos.

Nesta quarta-feira (20), Dia Nacional da Aquicultura, o deputado estadual Jutay Meneses (PP) usou a tribuna da Assembleia para celebrar a data e destacar a contribuição dessa técnica de cultivo de peixes, crustáceos e outros organismos aquáticos para a segurança alimentar e para a economia paraibana.

“A Paraíba tem papel importante, sendo grande produtor de camarão em viveiros, especialmente no vale do Rio Paraíba. A carcinicultura – que é a produção de camarão – gera renda e oportunidades para produtores, contribuindo com o desenvolvimento do nosso estado”, ressaltou o deputado.

A pesquisa do IBGE mostou que, em 2022, o valor da produção de camarão, na Paraíba, foi de R$ 142 milhões. O montante representou 76,1% do valor da produção de toda a aquicultura no estado. Os principais municípios produtores na Paraíba são João Pessoa, responsável pelo quantitativo de 1,6 mil toneladas; Santa Rita, com 900 toneladas; Mogeiro (600 toneladas); e São Miguel de Taipu e Salgado de São Félix, com 500 toneladas, cada.

Aquicultura

Jutay Meneses explicou que a Aquicultura possui dois métodos de produção mais utilizados. Um deles é o dos tanques-redes, que são criadouros parecidos com gaiolas, mantidos na água de rio, de lago ou do mar. E, o outro método, é o do tanque escavado que, como o próprio nome diz, trata-se de um reservatório artificial, de água, escavado no solo.

“Hoje a aquicultura é vista como alternativa bastante viável à pesca, por causa da redução da quantidade de peixes e outros animais nos mares e rios. Além disso, a criação de peixes e crustáceos em tanques-rede, ou em tanques escavados, pode ajudar a garantir um alimento mais barato e de qualidade, contribuindo, assim, para acabar com a fome que ainda existe em muitas partes do mundo”, comentou o deputado.

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