Projeto de Camila garante assistência integral e apoio às mulheres que passaram por mastectomia - André Gomes
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Projeto de Camila garante assistência integral e apoio às mulheres que passaram por mastectomia

A mastectomia ainda é um dos procedimentos que a maioria das mulheres com câncer de mama é submetida. Uma intervenção temida e que interfere no estado físico, emocional e social. Para acolher e prestar assistência a essas mulheres, a deputada estadual Camila Toscano (PSDB) apresentou, na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), o projeto de Lei 935/23 que Cria a Campanha Estadual de Apoio à Mulher Mastectomizada.

Segundo a deputada, o projeto tem por objetivo oferecer assistência integral e apoio às mulheres usuárias do Sistema Único de Saúde (SUS) que tenham passado por mastectomia, visando à sua recuperação física, emocional e social.

O projeto visa fornecer amparo psicológico individual e social à mulher mastectomizada; oferecer local apropriado para realização de reuniões de cunho informativo e esclarecedor sobre os cuidados à saúde das mulheres mastectomizadas; estimular a realização de exames periódicos, tais como ultra-sonografia e mamografia, com a finalidade de controle ou prevenção ao câncer de mama e outros agravos; garantir acesso rápido ao oncologista, proporcionando tratamento farmacêutico, quimioterápico e radioterápico imediato;

Também estabelece a garantia de próteses mamárias, sutiãs especiais, cirurgias reparadoras e demais recursos que auxiliem na recuperação da autoestima e do bem-estar das mulheres mastectomizadas; incentivar a criação de grupos que possam oferecer troca de experiências e apoio à recuperação de mulheres mastectomizadas; e assegurar práticas integrativas e complementares, além de outros recursos terapêuticos voltados às mulheres mastectomizadas.

“Esse é um projeto importante, pois tem por objetivo oferecer assistência integral e apoio às mulheres usuárias do Sistema Único de Saúde que tenham passado por mastectomia, visando à sua recuperação física, emocional e social. As mulheres ao receberem o diagnóstico e a forma de tratamento ficam abaladas emocionalmente e necessitam de acolhida e orientações”, observou Camila Toscano.

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