Lei de autoria de Camila cria Memorial Covid-19 em homenagem às vítimas na Paraíba - André Gomes
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Lei de autoria de Camila cria Memorial Covid-19 em homenagem às vítimas na Paraíba

De acordo com a Lei, o memorial deverá manter guardados os nomes das vítimas da Covid-19 e dos profissionais envolvidos no combate à pandemia no Estado

O Diário Oficial do Estado (DOE) desta sexta-feira (7) trouxe a publicação da Lei 11.761/2020, de autoria da deputada estadual Camila Toscano (PSDB), que institui na Paraíba o Memorial Covid-19 em homenagem às vítimas da doença e aos profissionais envolvidos no enfrentamento à pandemia. “Com a Lei poderemos prestar nossa homenagem a todos que foram vitimas dessa terrível doença, mostrando que não são números e estatísticas e sim pessoas que tinham famílias, tinham amigos e tinham suas histórias e sonhos. Precisamos também registrar todos os fatos para guardar memórias e deixar esse registro para as gerações futuras”, destacou a tucana.

De acordo com a Lei, o memorial deverá manter guardados os nomes das vítimas da Covid-19 e dos profissionais envolvidos no combate à pandemia no Estado, bem como abrigar todo o registro histórico, como fotografias, vídeos, reportagens, dentre outros, no período compreendido entre o início e o fim da vigência do decreto estadual de calamidade, que regulamenta as medidas temporárias para enfrentamento da emergência de saúde pública, e de suas atualizações.

“É notório que a pandemia provocada pelo coronavírus é o maior desafio sanitário já enfrentado pela humanidade, sobretudo pela rapidez e facilidade com que o vírus contamina as pessoas, pela falta de terapias ostensivas e preventivas de cunho farmacêutico para seu enfrentamento e pela escassez de aparato médico hospitalar na quantidade exigida pela demanda global, para atender a quase 8 bilhões de seres humanos”, destacou Camila.

De acordo com a deputada, a pandemia vai deixar marcas profundas na humanidade. “Uma dor que é compartilhada por todos, dor que não respeita o luto e a memória dos que se foram. Caixões fechados, impossibilidade de uma despedida junto aos entes queridos, frieza, distância e incertezas. Marcas de uma doença que é cruel não apenas com o corpo, mas que ainda dilacera a alma dos que ficam”, afirmou.

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