O Brasil registrou 1.192 mortes maternas em 2025, segundo dados do Painel de Monitoramento da Mortalidade Materna do Ministério da Saúde. Na Paraíba, foram contabilizadas 35 mortes neste ano. Os números são alarmantes, ainda mais levando em consideração que nove em cada dez mortes maternas poderiam ser evitadas com acompanhamento adequado durante a gestação, o parto e o pós-parto.
Neste 28 de maio, Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna, a pré-candidata a deputada federal Janny Milanês (Republicanos) defende a criação de um Programa Nacional de Prevenção da Mortalidade Materna, com a ampliação do pré-natal obrigatório de seis para oito consultas para todas as grávidas (não apenas em gestação de risco). Ela destaca que existe a Rede Alyne para reestruturar o cuidado integral a gestantes e bebês, com a meta de reduzir a mortalidade materna, mas ressalta a necessidade de ir além, pois ainda existe um número elevado de mulheres que perdem a vida durante ou após o parto.
Janny Milanês tem entre suas principais pautas a proteção à mulher e a prioridade à primeira infância. A pré-candidata também defende incentivos financeiros para municípios que conseguirem reduzir os índices de mortalidade materna, com prioridade para cidades em situação de maior vulnerabilidade social.
Para Janny, o combate à mortalidade materna precisa se transformar em prioridade permanente no Brasil. “A proteção da mulher e o cuidado com a primeira infância precisam caminhar juntos. Muitas dessas mortes poderiam ser evitadas com acesso rápido ao pré-natal, exames e atendimento adequado. Precisamos fortalecer a rede de assistência às gestantes e salvar vidas”, afirmou Janny Milanês.
A morte materna é caracterizada quando ocorre durante a gravidez ou até 42 dias após o parto e ainda representa um dos principais desafios da saúde pública brasileira, especialmente nas regiões mais vulneráveis do país.















